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Vacinação preventiva contra a febre amarela segue nas Unidades de Saúde da Zona Sul de São Paulo

Ainda em 2017, uma campanha de vacinação contra a febre amarela começou na Zona Sul da Cidade de São Paulo. A medida cautelar acontece nos distritos de Jardim Ângela, Parelheiros, Marsilac e parte do Capão Redondo (apenas na área de abrangência da UBS Luar do Sertão), devido à proximidade com o município de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, onde foram confirmados 10 macacos com febre amarela a aproximadamente 4,5 km da divisa com São Paulo. A vacinação segue nas Unidades da região.

Esclareça abaixo, as principais dúvidas sobre a Febre Amarela :

- Por qual motivo só alguns distritos da Zona Sul estão vacinando?
A medida cautelar acontece nos distritos de Jardim Ângela, Parelheiros, Marsilac e parte do Capão Redondo (apenas na área de abrangência da UBS Luar do Sertão), devido à proximidade com o município de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, onde foram confirmados 10 macacos com febre amarela a aproximadamente 4,5 km da divisa com São Paulo.
É importante esclarecer que não há nenhuma epizootia confirmada nestes bairros; por isso, diferentemente da realizada na zona Norte da capital, a ação é preventiva.  

- Moro no Jardim São Luiz, preciso me vacinar?                                                                                            
Não. Neste momento a vacinação acontece só para quem mora ou trabalha no Jardim Ângela, Parelheiros, Marsilac e próximo à UBS Luar do Sertão.

- Já tem caso de febre amarela na região Sul?
A SMS esclarece que não há, na capital, nenhum caso humano de febre amarela silvestre ou urbana confirmado/ adquirido no município de São Paulo.

- Se ainda não tem caso de febre amarela, por qual motivo os parques foram fechados?
A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) informa que, após a confirmação de 10 primatas mortos por Febre Amarela em Itapecerica da Serra (até 18/12/2017), na Grande São Paulo, por medida de precaução, 10 parques urbanos municipais serão fechados por tempo indeterminado.
A metodologia utilizada se baseou nos distritos próximos a Itapecerica da Serra, como o Jardim  Angela, Parelheiros, Capão Redondo, Jardim São Luiz e Cotia, além das áreas de cobertura de vacinação.
A pasta recomenda também que não se utilize as dependências do Parque Linear Parelheiros, Feitiço da Vila, Sapé e do Juliana de Carvalho Torres (COHAB Raposo Tavares). Os parques lineares não possuem delimitação física, motivo pelo qual é feita a recomendação de não visitação.

- Não seria melhor a Prefeitura usar aquele carro de dedetizar as ruas para acabar com os mosquitos?
O combate à proliferação dos mosquitos transmissores da febre amarela está sendo feito paralela à vacinação preventiva. Diariamente uma força tarefa com profissionais das UVIS vão às ruas

- Fui a uma UBS tomar vacina e não consegui esperar porque tinha muita fila.
A vacinação é cautelar/preventiva. Não tem necessidade de correria aos postos. Se você não vai viajar nos próximos dias, fique tranquilo. A vacinação continuará em 2018 até a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo conseguir vacinar todos os moradores e trabalhadores das regiões que estão com ação preventiva aqui em São Paulo /capital.

- Até quando dura essa campanha de vacinação?
A campanha prossegue em janeiro até atingir todo o público-alvo.

- Ouvi dizer que pessoas com idade acima de 60 anos não devem tomar a vacina. É verdade?
O indicado é que todos tomem a vacina. A equipe de saúde da UBS avalia caso a caso para checar se a pessoa pode ou não ser imunizada.

- Estou grávida, posso tomar a vacina?
A equipe de saúde da UBS avalia caso a caso para checar se a pessoa pode ou não ser imunizada. Se você se encaixa em uma das situações abaixo, procure o profissional da UBS para saber se pode ser vacinado: crianças com menos de 6 meses; imunodepressão transitórios ou permanente, provocada por doenças (neoplasias, Aids e infecção pelo HIV com comprometimento da imunidade) ou pelo tratamento (drogas imunossupressoras acima de 2mg/kg/dia por mais de duas semanas, radioterapia etc); gestação em qualquer fase deve ser analisada; e reações relacionadas a ovo de galinha e seus derivados.

- Vou viajar, preciso tomar a vacina?
Antes de viajar, consulte a lista de cidades com risco de Febre Amarela no Brasil e dos países que exigem o certificado internacional.
A orientação para as pessoas que irão viajar para áreas de risco de transmissão de febre amarela no Brasil ou no exterior é procurar um dos postos de referência para viajantes no município. A recomendação é que a dose seja aplicada 10 dias antes da data da viagem.
O endereço das unidades de referência, incluindo os postos que emitem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia, pode ser acessado neste link: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/Unidades%20de%20referencia%20vacinacao%20febre%20amarela%2029%2011.pdf
Se seu destino não estiver nestas listas e se você não pertence às regiões que estão com ação preventiva aqui em São Paulo capital, não necessita tomar a vacina.

- Estou viajando, posso tomar a vacina quando voltar de viagem?
Se você mora ou trabalha em uma das regiões que estão com ação preventiva aqui em São Paulo capital, sim! Se este for seu caso, não se preocupe, a campanha continuará em janeiro.

- É necessária uma segunda dose (reforço) da vacina contra a febre amarela após 10 anos?
Não mais. A vacina passou a ser dose única. Uma dose vale para a vida toda.

- A culpa é dos macacos? Eles que transmitem a febre amarela?
Não! Assim como as pessoas, os primatas são vítimas dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, encontrados na zona de mata e que costumam circular em copas de árvores, local de repouso preferido dos primatas. Quando eles são infectados e chegam a morrer, indica que existe a circulação do vírus no local.

O macaco não é o vilão. Pedimos que jamais matem esses animais! Ele é apenas uma vítima! A ocorrência da doença em macacos ajuda na identificação das áreas de risco de transmissão da doença, acendendo um alerta para a adoção de medidas com o objetivo de conter o avanço da doença e evitar que ela chegue ao ser humano.


 


Data de Publicação: 08/01/2018

Fonte: Comunicação CRSSUL